quinta-feira, 2 de setembro de 2010

(...)Os dias passaram e foi tudo crescendo dentro de mim. A apreensão por qualquer sinal que delatasse Fred a respeito de também gostar de mim, a vontade monstruosa de beijá-lo, de sentir seu cheiro bem perto de minhas narinas, e principalmente de que tudo aquilo fosse mútuo. Muitas vezes ele demonstrava isso, sutilmente. As meninas pediam seu iphone emprestado mas ele não deixava, mas todas as vezes que eu pedia (foram poucas as vezes) ele não hesitava. Nós voltamos ao velho hábito de dividir o fone e eu adorava porque aquilo satisfazia o meu desejo de sentir seu cheiro, de ouvir sua voz que, naqueles momentos, era só para mim. Nessas horas, eu pedia para ele anotar algumas músicas e ele fez uma pasta com o meu nome para isso. Não era nada magnífico, nem digno de ser chamado de romântico, mas aqueles gestos para mim valiam mais do que qualquer coisa. Eu sentia que ele gostava muito de mim e aquilo acalmava meu coração. Eu só não sabia de que jeito, mas eu jamais perguntaria isso a ele.(...)

2 comentários:

  1. vou seguir pra ler os pedacinhos do seu livro :D, uma gracinha o blog parabens.

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  2. Obrigada (:
    está tudo um pouquinho bagunçado e vc pode não entender porque os capítulos não estão na íntegra, mas enfim. rs
    beijos *:

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